A Morte é um desejo, é uma vontade, é um capricho. Matar é para os que têm coragem; tirar uma vida é para aqueles com consciência do que o mundo e as gentes se tornaram. Mas também é para os psicopatas.
Pensa uma pessoa que vai segura, calmamente pela rua, esquecendo-se de todo o mal que já fez um dia, qual santa, e salta um psicopata que a espreitava numa esquina para lhe ceifar a vida. Sim, porque psicopatas há aos molhos. Psicopatas burros (que são apanhados ou que figuram nas capas do "24 horas"), aí já é outra história.
Ele não era burro, nem psicopata, mas por vezes sentia desejo da matança, como se fosse mais importante que respirar, e assim agarrou numa bela rapariga de vestido branco e rasgou-lhe o pescoço.
Ah, o fim não era para sair tão cedo. Talvez deva começar do início.
Era uma vez um rapazito que criava um psicopata dentro de si. Ele controláva-o muito bem, mesmo assim, só que um dia irritaram-no tanto, mas tanto tanto, que ele acabou com a vida das duas pessoas que o irritaram.
Oh, porra, essa é outra história, e contei o fim também.
Ok, vamos lá outra vez.
Era uma vez um gajo qualquer que era visto como santo e puritano e respeitado na comunidade onde vivia. Um dia passou-se da cabeça (ou simplesmente não se conseguiu conter) e violou as filhas matando-as em seguida. Depois suicidou-se.
Olha, um exemplo de psicopata burro. Mas talvez fosse uma besta qualquer e não propriamente um psicopata, porque a meu ver os psicopatas são seres racionais e calculistas, e não gajos tolos e fracos que gritam por atenção. Mas estraguei o fim, e era também outra história.
Porra, olha, que se dane.
Vamos à última.
Era uma vez um estudante alegre e altruísta que escrevia textos negros...
Segunda-feira, 30 de Março de 2009
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Bem, se o fim dessa história for igual à das outras, espero estar a milhas quando se der.
ResponderEliminarNão, eu não acho que será igual. Se te tranquiliza, eu escrevo este tipo de coisas mesmo para não ter este tipo de impulsos no futuro.
ResponderEliminarAgora, gosto imenso é de assustar as pessoas e fazê-las pensar que sim, uma vez que pareço ter o perfil para isso.
Não sei o que será mais perturbante, though; se as pessoas acharem que tenho cara de psicopata, ou se gostar de as assustar assim.